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Uma paciente feminina, branca, 69 anos, no 2º dia de
pós-operatório de artroplastia de joelho esquerdo,
apresentou quadro súbito de dispneia intensa, dor
torácica ventilatório-dependente, tosse e hemoptise.
Portadora de hipertensão arterial sistêmica e diabetes
mellitus; em uso de losartana e insulina. Ao exame
físico: IMC = 45 Kg/m2
(quilogramas/ metros quadrado);
PA = 110x60 mmHg (milímetros de mercúrio);
Pulso = 101 bpm (batimentos por minuto); frequência
respiratória = 24 respirações por minuto; SpO2
(saturação periférica de oxigênio) = 90%. Ausculta
cardíaca: ritmo regular, sem sopros; ausculta pulmonar:
sons pulmonares normais. Dor moderada à palpação
da panturrilha esquerda, sem outros sinais flogísticos.
Gasometria arterial: pH 7,46; PaO2 59 mmHg; PaCO2 28
mmHg; SaO2 88%. Radiograma simples de tórax: discreto
velamento do seio constofrênico direito. Diante da alta
probabilidade de TEP (tromboembolia pulmonar), leia
as afirmativas abaixo.
I. Neste caso, um exame de cintilografia pulmonar com
resultado de baixa probabilidade de TEP é suficiente
para afastar o diagnóstico.
II. A ultrassonografia dos membros inferiores pode ser
utilizada como método inicial de investigação, uma vez
que encontrada a TVP (trombose venosa profunda),
pode-se iniciar a anticoagulação.
III. O achado eletrocardiográfico do padrão clássico S1-Q3-
T3 é infrequente na TEP aguda.
IV. A angiotomografia (angio-TC) das artérias pulmonares,
realizada com tomógrafo de múltiplos detectores, tem
alto VPP (valor preditivo positivo) em pacientes com alta
probabilidade clínica para TEP.
Estão corretas as afirmativas:
Uma questão respondida. E as próximas?
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