Pedagogia
Leia uma situação observada em uma turma com crianças de cinco anos de uma instituição de educação infantil em Belo Horizonte: Essa é a primeira semana após as férias de julho na instituição de educação infantil. A turma com crianças de cinco anos está tranquila. Após realizarem uma pintura na oficina de artes, aconteceu o momento de brincadeiras livres no qual as crianças poderiam escolher o que fazer dentro ou fora da sala. A professora circula entre as crianças e conversa com elas. Duas meninas escrevem no quadro de giz que fica do lado de fora da sala. Marcela escreve o nome de um colega, CARLOS”, e pede que Miriam adivinhe qual nome ela escreveu. Miriam olha para o nome, mas não responde. Marcela chama Bruno, que responde corretamente. Marcela sorri, balançando a cabeça afirmativamente. Bruno se afasta. Miriam escreve TADE” e Marcela rapidamente lê Tadeu”. Marcela chama Bruno novamente, que diz: É Amanda”. Marcela balança a cabeça negativamente e diz: Não. É Carlos e Tadeu”. Bruno volta a brincar com Lúcio. Miriam apaga os dois nomes. Antônio se aproxima do quadro de giz e escreve o próprio nome corretamente. Miriam tenta apagá-lo, ao que Antônio diz: Não apaga o meu”. Marcela escreve novamente CARLOS” e TÁDE”, acrescentando um acento agudo à letra A”. Ela olha para o quadro por alguns segundos, apaga o acento agudo e pergunta a Miriam: Tá certo, não tá?”. Miriam balança a cabeça afirmativamente. Marcela escreve MA”, apaga as letras e se dirige a Miriam: Vamos fazer maior?”. Ela, logo a seguir, escreve CARLOS”. Antônio apaga a escrita da colega. Marcela diz: Eu não apaguei o seu”. Ela escreve novamente e Antônio apaga. Marcela escreve mais uma vez, falando: Não apaga, tá?”. Antônio apaga e olha para ela. Miriam chama a professora, que pede para Antônio parar. Ele se afasta e começa a brincar com um carrinho. Marcela escreve o próprio nome corretamente e conta o número de letras. Outras crianças se aproximam e também escrevem no quadro. As crianças continuam escrevendo e apagando nomes, letras e números por mais algum tempo. (NEVES; GOUVÊA; CASTANHEIRA, 2011, p. 130). Com base no texto, assinale a alternativa incorreta.
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