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O capim-elefante (Pennisetum purpureum), assim como as demais gramíneas forrageiras tropicais, utiliza a via C4 da fotossíntese e, por isso, apresenta elevada produção de biomassa. Porém, grande parte da produção anual concentra-se na época de chuvas. Por isso, uma opção é conservar parte dessa produção na forma de silagem a fim de utilizá-la na alimentação animal durante a época seca. O capimelefante tem razoável valor nutritivo, mas apresenta inconvenientes para ensilagem: alto teor de umidade e baixos teores de carboidratos solúveis. Nesse caso, recomenda-se a utilização de aditivos para melhorar a qualidade da silagem. Pesquisadores realizaram um experimento para avaliar a qualidade de silagem de capim elefante (Pennisetum hybridum cv. Paraíso), com e sem a presença de aditivos. Aos 100 dias de idade, o capim foi cortado e ensilado conforme os seguintes tratamentos: silagem de capim paraíso sem aditivo (CP); CP + 5% de polpa cítrica; CP + 10% de polpa cítrica; CP + 1% de óxido de cálcio; CP + aditivo comercial, composto de Lactobacillus plantarum e Pediococcus pentosaceus. A tabela abaixo apresenta os valores médios de pH, percentuais de matéria seca (MS), nitrogênio amoniacal em relação ao nitrogênio total (NH3/NT), ácido lático (LAT), ácido acético (ACE) e ácido butírico (BUT) obtidos nesse experimento.
Considerando os tratamentos experimentais e a análise da tabela apresentada, conclui-se que
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