Questão #12521312013
Geografia
TEXTO I
A segregação socioespacial e sua forma mais
avançada e complexa de expressão, a fragmentação
socioespacial, são, contraditoriamente, os processos
que negam e redefinem a centralidade. Transformam-na
em centralidade segmentada social e funcionalmente,
dispersa no território e difusa na representação que
elaboramos sobre a própria cidade e sobre a rede
urbana, visto que a centralidade pode ser compreendida
e apreendida em múltiplas escalas.
SPOSITO, M. A produção do espaço urbano, escalas, diferenças e
desigualdades socioespaciais. In: Carlos, A. et al. (Org.). A produ-
ção do espaço urbano. São Paulo: Contexto, 2011, p.138.
TEXTO II
Do ponto de vista da reprodução do capital, a metró-
pole transforma-se na cidade dos negócios”, o centro
da rede de lugares que se estrutura no nível mundial
com mudanças constantes nas formas. A silhueta dos
galpões industriais dá lugar a novos usos, substituídos
por altos edifícios de vidro, centros de negócios, shopping
centers, ou mesmo igrejas evangélicas, como
produto da migração do capital para outras atividades
– turismo, lazer, cultura, informática etc., reforçando a
centralização econômica, financeira e política de uma
metrópole como São Paulo.
CARLOS, A. O espaço urbano. Novos escritos sobre a cidade.
São Paulo: Contexto, 2004, p.70. Adaptado.
A análise comparativa dos Textos I e II conduz à seguinte
conclusão:
Uma questão respondida. E as próximas?
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