Medicina
Um servidor aposentado de 68 anos solicita isenção de Imposto de Renda por cardiopatia grave. Após pré-cordialgia, ele colocou dois stents em coronária nos últimos 8 meses. O cateterismo cardíaco da época mostrou lesão obstrutiva de 70% na coronária circunflexa (CX), lesão de 50% na coronária descendente anterior (ADA ) e lesão de 30% na artéria descendente posterior (ADP). No ato foi colocado stent na CX e ADA com sucesso, ambas artérias pérvias após procedimento. Esse servidor está há um mês com histórico de respiração ofegante ao subir escada. No entanto, faz caminhadas diárias sem sintomas. Foram solicitados os seguintes exames por seu médico assistente, com os respectivos resultados e encaminhamentos: - Teste ergométrico: ausência de sinais de isquemia e de arritmias, exame suspenso por cansaço físico. - Ecocardiodoppler: FE 60%, VE hipertrofia moderada, pequena fibrose valvar aórtica, câmaras normais. - Cintilografia miocárdica: FEVE 58%, leve dilatação VE, sem sinais de isquemia, com contratilidade sistólica normal. - Exame físico: BEG, PA=140/95 mmHg, FC=80 bpm RcR2T, pulmões limpos. A conduta CORRETA da Junta Médica para efeitos de análise e concessão da isenção de Imposto de Renda deve ser:
Uma questão respondida. E as próximas?
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