Medicina
Homem, 46 anos, empresário do ramo de sapatos, procurou ambulatório pela primeira vez há 3 meses, queixando-se de cefaleia. Conta que, de início, acontecia uma vez por semana e relacionava-a aos dias de mais trabalho na empresa. De início, não tomou qualquer providência, pois esta cessava enquanto fazia sua caminhada diária, no final da tarde. A cefaleia não era muito forte, referia que alcançava o nível 5 numa escala de zero a dez. Era em peso ou pressão, holocraniana, predominando nas regiões occipitais. Não tinha sintomas premonitórios ou aura visual, e a cefaleia não era acompanhada por náuseas, sensibilidade à luz ou a ruídos. Considerava que era uma cefaleia comum até normal, pois não atrapalhava suas atividades, iniciando no final da tarde. Porém foi se agravando com o passar dos meses e a cefaleia ficou mais frequente e mais forte, iniciando mais cedo, logo após o almoço, o que tornava seus compromissos do final da tarde muito difíceis por causa da dor. Algumas vezes na semana não conseguia dar conta do programado para o dia devido ao sintoma.
Qual a hipótese diagnóstica mais provável para esse caso?
Uma questão respondida. E as próximas?
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